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De moeda em moeda, chegamos lá. Foi assim, de pouquinho em pouquinho, que as 19 lojas da rede de supermercados Arco-Mix, o atacarejo Arco-Vita a e o instituto Arco Social alcançaram a soma de R$ 53.985,85 para serem doados ao HCP. O valor arrecadado é resultado da solidariedade dos clientes das lojas que, a partir da campanha Troco Solidário, doam as moedas que sobram do troco ou, se preferirem, outro valor, para ajudar o Hospital de Câncer de Pernambuco. A quantia é referente ao valor arrecadado em agosto e, somado ao que já foi conquistado desde o início da campanha, em novembro de 2018, ultrapassam R$900 mil em doações.

A quantia será utilizada para confecção de capotes e jalecos utilizados pelos médicos, enfermeiros e técnicos no Centro Cirúrgico. Em 2019, o HCP realizou 25.260 cirurgias na instituição. “Arco-Mix conhece e sabe da importância de uma instituição como o HCP na assistência ao paciente com câncer. As doações do Troco Solidário nos ajudam a manter os serviços essenciais e a desenvolver projetos para melhor atender o paciente”, destaca Juliane Carvalho, gerente de captação de recursos e doações do Hospital de Câncer de Pernambuco.    ⠀

A entrega simbólica do cheque aconteceu na última sexta-feira (11), na loja Arco-Mix, em Igarassu, loja que mais arrecadou no mês. “É gratificante. Mais uma vez fomos a loja que mais arrecadou no mês. Acredito que desde que a campanha foi iniciada, só não ficamos em primeiro lugar duas vezes. Tanto nossos funcionários quanto clientes entendem a importância da causa e nunca deixam de ajudar. Temos funcionárias que já lutaram contra a doença, outros que tem parentes lutando contra o câncer e sempre ressaltam a importância de ajudarmos”, destaca Paulo Oliveira, gerente da loja.⠀

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Na entrega simbólica estavam presentes Ellys Monteiro, analista de negócios da Arco-Mix; Flávio José, gerente de operações área norte Arco-Mix; Priscila Santana, gerente de E-Commerce Arco-Mix; Paulo Oliveira, gerente da loja Arco-Mix Igarassu; Keylla Mayara, operadora de caixa Arco-Mix Igarassu  (operadora que mais arrecadou na loja Igarassu); Dayvson Magno, operador de caixa Arco-Mix Cohab (operador que mais arrecadou no mês) e Daniela Pereira, analista de captação de recursos do HCP.

 

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O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) foi reconhecido como uma instituição de Alta Conformidade pela segurança oferecida na assistência. O certificado foi conferido, este ano, pela Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (APEVISA), por meio da Autoavaliação das Práticas de Segurança do Paciente em Serviços de Saúde, que avalia se os serviços de saúde com leitos de UTI estão em conformidade com as normas sanitárias estabelecidas para a segurança do paciente em hospitais.

O reconhecimento é fruto de um trabalho de implantação de metas, treinamentos, campanhas internas e mudanças de fluxos e protocolos, estabelecidas pela Qualidade do HCP com engajamento do Núcleo de Segurança do Paciente – formado por vários profissionais da instituição – e dos demais setores. Entre as ações adotadas, destaca-se a implantação das Seis Metas Internacionais de Segurança do Paciente da OMS, por meio das quais o hospital implementou ações de melhorias no atendimento, a exemplo de identificação correta do paciente, redução do risco de queda e úlcera por pressão e melhorias na segurança e prescrição (clique e veja as ações). Destaque, também, para a plataforma de Notificação de Eventos Adversos, idealizada para mensurar os riscos na assistência e desenvolver estratégias para minimizá-los. 

A avaliação é feita por meio de um formulário preenchido pelos próprios serviços de saúde. Como explica a gerente de Qualidade do HCP, Raphaela Muniz, “A APEVISA considera as respostas e os anexos de documentos solicitados, que são protocolos, fluxos e atas de treinamentos. Além disso, são avaliados os prontuários visando o monitoramento da avaliação do risco, referente a meta 6; e a avaliação da conformidade da lista de verificação cirúrgica, meta 4. No HCP, o documento foi preenchido pela coordenadora de gerenciamento de risco, Renata Galindo”.

Ainda de acordo com Raphaela Muniz, a conquista da certificação é fruto do trabalho em equipe com objetivo de buscar melhorias para o paciente. “O empenho de todos é importante para podermos ajudar os pacientes. Sem o esforço das áreas, não conseguiríamos fazer nada!”, ressalta.

 

Confira outras ações de melhorias adotadas para a Segurança do Paciente no HCP:

Farmácia Satélite aprimora atendimento na Urgência

Treinamento com enfermeiros marca Dia Mundial de Prevenção de Lesões por Pressão no HCP

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HCP treina profissionais de saúde para a correta assistência em tempos de Coronavírus

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Setembro é o mês de alerta para a importância de se atentar aos sinais e sintomas relacionados ao câncer infantojuvenil, conjunto de doenças oncológicas que podem afetar crianças ou adolescentes entre 0 e 19 anos. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), são esperados para o Brasil, nos próximos três anos, 8.460 novos casos – 4.310 para o sexo masculino e 4.150 para o feminino. Para conscientizar sobre o diagnóstico precoce da doença, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) apoia a campanha Setembro Dourado, que pode ser conferida nas redes sociais, @sigahcp.

Os tipos mais comuns do câncer infantojuvenil são leucemia, linfoma e tumores no sistema nervoso central. Perda de peso sem motivo; dores de cabeça, vômitos; inchaço ou dor persistente nos ossos ou articulações; protuberância ou massa no abdômen, pescoço ou qualquer outro local; desenvolvimento de uma aparência esbranquiçada na pupila do olho ou mudanças repentinas na visão; febres recorrentes não causadas por infecções; surgimento de manchas no corpo; sangramento e palidez perceptível ou cansaço prolongado são alguns sinais que podem ser indícios da doença, mas que também se assemelham a doenças comuns.

“Os sintomas do câncer infantojuvenil podem ser facilmente confundidos, por isso, é importante que toda criança tenha seu desenvolvimento acompanhado por um pediatra, que está capacitado a realizar o correto diagnóstico”, destaca o Oncologista Pediátrico do HCP, dr. Tadeu Calheiros. “Quanto mais cedo o câncer for descoberto, maiores são as chances de cura”, completa. Ainda segundo o INCA, a detecção precoce alinhada ao tratamento adequado proporciona chances de até 80% de cura.  

Excluindo as causas externas de mortalidade, esse tipo de câncer é a primeira causa de morte no país, considerando a faixa etária de 5 a 19 anos, de acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) de 2017.  Por isso, apesar da pandemia, o cuidado a atenção ao câncer infantojuvenil não pode ser adiada. “Ao perceber algum sintoma na criança, um profissional de saúde deve ser procurado”, aponta o oncologista.

 

 

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No Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), voluntárias de bata rosa circulam todos os dias oferecendo carinho, cuidado e apoio aos muitos pacientes atendidos diariamente. Uma dessas voluntárias é Jaidete Barros, que, após o diagnóstico de câncer de mama em 2015, numa sexta-feira, às 10h – como lembra detalhadamente – encontrou na Rede Feminina de Combate ao Câncer a força que precisava para encarar o tratamento. “Quando eu vi, queria ajudar as pessoas do jeito que eu fui atendida. Foi quando procurei o voluntariado e disse ‘me dê essa bata rosa!’”, conta como se tornou uma voluntária.

Desde então, a rotina de Jaidete no HCP é divida entre os dias de consulta e os dias em que exerce o voluntariado, missão para a qual se diz ter nascido. “Semanalmente, recebo algumas doações que chegam para a Rede, libero as cestas básicas para os pacientes, e faço tudo o que eu puder para ajudar as pessoas. Esse trabalho é maravilhoso, é o que nos preenche”, diz.

Com uma história repleta de superação e amor ao próximo, Jaidete se define com uma palavra: guerreira! “Eu não tenho medo. Aceito os desafios, melhoro minha autoestima e vou não frente, não desisto”, diz, empolgada, a voluntária.

Doe e ajude

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O câncer de intestino, também conhecido como câncer de cólon e reto ou colorretal, surge no intestino grosso, especificamente nas regiões do cólon, reto e ânus. Esse tipo de câncer tem maior incidência em pessoas negras e com mais de 50 anos. Os principais fatores de risco estão ligados a hábitos alimentares, como obesidade, tabagismo, alcoolismo, ingestão excessiva de carne vermelha e processadas. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estimam-se, para o ano de 2020, 20.520 para o sexo masculino e 20.470 para o feminino.

Esse tipo de câncer ganhou destaque, na última sexta-feira (28), quando o ator Chadwick Boseman, do filme ‘Pantera Negra’, que deu vida ao primeiro super-herói negro dos cinemas, faleceu por causa de câncer de cólon, aos 43 anos, quatro meses após o ator Irrfan Khan de ‘Aventuras de Pi’ também ter sido acometido pela mesma doença. Ambos os atores, de grande importância na luta pela igualdade racial no cinema. Chadwick se tornou um ícone da representatividade negra e Irrfan Khan ícone de Bollywood, trazendo representatividade indiana em nível internacional. 

Os sintomas mais comuns de câncer colorretal são dores locais (no abdômen, pélvis ou reto), sangue nas fezes, constipação, diarreia, fezes finas, náusea, obstrução intestinal, anemia, fadiga e perda de peso. Ainda segundo o INCA, o câncer de intestino é o segundo tipo de câncer mais comum entre os brasileiros (com exceção do câncer de pele não melanoma).

A detecção pode ser realizada a partir de investigação com exames clínicos para pessoas com sintomas sugestivos da doença ou em exames de rastreio em pessoas com histórico familiar de câncer de intestino, ovário, útero ou mama. É tratável e com diagnóstico precoce é, na maioria das vezes, curável. 

Na persistência de sinais, procure um médico ou uma Unidade básica de Saúde.

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O Troco Solidário, campanha utilizada pela rede de supermercados Arco-Mix, o atacarejo Arco-Vita e o supermercado Extrabom para ajudar o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), agora tem um novo parceiro, o Bem Bom Supermercados, com duas unidades, uma no bairro da Várzea, na Zona Oeste do Recife e outra no Pina, na Zona Sul. Iniciada em março, no início da pandemia do novo Coronavírus, o primeiro evento simbólico de entrega do cheque, no valor de R$ 2.226,82, aconteceu na última quinta-feira (20), na unidade da Várzea.

A loja, com 15 funcionários, trabalha unida para ajudar o HCP, mas cabe às operadoras de caixa pedir o apoio dos clientes. “Perguntamos se ele gostaria de doar, pelo menos, as moedinhas que sobram do troco. Explicamos como pequenas atitudes podem ajudar o próximo. Perdi uma tia para o câncer, então sei da importância de uma instituição de referência para o tratamento”, diz Letícia Carla, funcionária do Bem Bom há menos de um mês. 

Durante o evento de entrega, Kaique Miranda, de 25 anos, foi ao supermercado fazer suas compras e não hesitou em doar as moedas do seu troco. Natural de São Paulo, morando há três anos no Recife, conhece pouco do hospital, mas sabe da importância do HCP no sucesso do tratamento do paciente com câncer. “Minha vó passou por vários tratamentos para vencer três tipos de cânceres diferentes. Sei que o valor doado é simbólico, mas também sei que de pouco em pouco, podemos ajudar a fazer a diferença”, destaca. 

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Trabalhando na frente de loja, Silvaneide Oliveira e Wanderley Melo incentivam os demais funcionários para o sucesso da campanha Troco Solidário. “É normal recebermos um não quando pedimos doação, mas não podemos deixar de fazer a nossa parte de tentar ajudar o próximo. Aqui temos a oportunidade de contribuir com o tratamento de mais de 50% das pessoas com câncer do estado de Pernambuco. Um não é um incentivo para buscarmos vários outros sins”, destaca Silvaneide. 

 

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Com o objetivo de tornar possível a elaboração, submissão e execução de projetos que trarão novos aportes financeiros ao Hospital de Câncer de Pernambuco, a instituição acaba de formar o Núcleo de Projetos Estratégicos HCP. O grupo é composto por representantes de setores estratégicos do hospital, que farão o levantamento das principais necessidades, para que seja possível a criação de projetos sustentáveis que colaborem, simultaneamente, com a inovação, integração e superação de vulnerabilidades do HCP.  

A equipe, inicialmente formada pelos gestores dos departamentos de Convênios, Projetos, Captação de Recursos, Comunicação e Marketing, Recursos Humanos, Qualidade, e Ensino e Pesquisa, por se tratarem de setores atuantes no direcionamento e na visão sistêmica da instituição, busca trazer sustentabilidade financeira para as ações necessárias com vistas na melhoria dos processos assistenciais, financeiros, administrativos, inovação, modernização e melhoria de práticas, dirimindo as vulnerabilidades do hospital.

Criado no último mês de julho, o Núcleo vem debatendo sobre os diversos pontos definidos como estratégicos, com o objetivo de entregar soluções para os problemas encontrados. Já foi possível elencar o escopo de atuação de cada membro, no que concerne à elaboração de projetos, levantamento de ações, captação de recursos e estratégias de disseminação da marca.

No âmbito dos projetos, já foram celebrados e estão em fase de execução três projetos para enfrentamento imediato do covid-19 e, atualmente, o grupo trabalha na elaboração de mais quatro projetos com o enfoque na capacidade de treinamento dos profissionais, para a formação de profissionais para cuidados paliativos, reposicionamento do hospital quanto ao diagnóstico biomolecular e outro no fortalecimento do custeio das atividades assistenciais, incluindo treinamentos para a qualificação da gestão do hospital.

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Foi no Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) que Ana Freitas descobriu o desejo de ser psicóloga. 

Aos 16 anos, enquanto cursava o último ano do Ensino Médio, a paciente precisou interromper sua preparação para o vestibular para tratar um tumor de saco vitelino, no ovário, em 2015. “Foi um grande susto receber esse diagnóstico, pois a gente nunca espera que aconteça conosco. Sair da minha rotina tão de repente foi uma das coisas mais difíceis para mim”, lembra.

Entre sessões de quimioterapia, internações e várias consultas no HCP, Ana, que ainda era indecisa quanto a sua profissão, transformou o cuidado que recebeu em desejo de cuidar de outras pessoas. Logo após receber a feliz notícia da cura do câncer, concluiu seus estudos no Ensino Médio e, hoje, estuda psicologia. “Eu era bem indecisa com relação a profissão, então, com todo o apoio que recebi dos psicólogos, me apaixonei pela área. Hoje, meu grande objetivo é poder ajudar outras pessoas da mesma maneira que fui ajudada. Nossa mente é incrível, e poder trabalhar com isso é mágico!”, conta, empolgada. “Durante todo o tratamento no HCP, recebemos apoio de uma equipe muito completa, com profissionais muito bem capacitados”, diz.

Grata por tudo o que passou, Ana atribuiu toda a sua força a uma pessoa: “Minha mãe, com certeza. Ela esteve comigo desde o dia em que recebi o diagnóstico até o dia em que recebi a notícia de Cura. Ela nunca saiu de perto de mim, e às vezes quando eu estava muito cansada, já sem força para o tratamento, ela estava ao meu lado, sempre comigo, fazendo de tudo para me proporcionar um bem-estar. Por ela, eu voltava para luta, por ela, e sorria todos os dias, por ela, eu venci”, pontua.

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No HCP, não tratamentos apenas a doença, tratamos vidas, com histórias e sonhos. Por isso, fazemos questão de cuidar integralmente do paciente, o que envolve mais custos. 

Você pode nos ajudar com essa assistência completa, doando através do hcp.org.br/doacoes.

 

 

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Instituição filantrópica sem fins lucrativos, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) conta com doações da sociedade para oferecer tratamento a mais de 50% dos pacientes com câncer do estado. Parceiro da instituição, a rede de supermercados Arco-Mix e o atacarejo Arco-Vita, através do seu instituto Arco-Social - responsável por reforçar e estimular a cultura de doações em seus parceiros e na sociedade – vem ajudando o HCP a manter a qualidade dos seus serviços. Na tarde da última terça-feira (11), na loja Arco-Mix, em Pontezinha, o hospital recebeu mais um cheque da campanha Troco Solidário, agora no valor de R$ 49.130,09.

A campanha, criada pela Arco-Mix, estimula os clientes a doarem as moedas do troco ou, se preferirem, outro valor, para serem doados ao HCP. Iniciada em novembro de 2018, as doações já superam R$ 500 mil em dinheiro e foram indispensáveis para complementar várias melhorias no hospital, como a internalização do teleatendimento, responsável pela captação e recursos para a instituição e, recentemente, complementar a compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), indispensáveis em um hospital e, principalmente, durante a pandemia, onde os custos com esses materiais aumentaram em 10 vezes, comparando com antes da Covid-19. O valor doado neste mês de agosto será direcionado para compra de computadores para o setor de quimioterapia.    

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“Agradecemos ao Arco-Mix e seus clientes por essa prova de amor. Dessa vez, com os recursos doados, poderemos dinamizar a quimioterapia do HCP e agilizar o atendimento aos nossos pacientes. Só Deus poderá retribuir essa grande ajuda”, destaca Maria da Paz, presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer, grupo voluntário do HCP, presente durante a entrega do cheque, em Pontezinha. 

 

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“Sua missão é sempre linda”

“Ser enfermeira como você é dom de Deus. Sou sua fã”

“Você é uma benção em minha vida”

Receber mensagens como essas se tornou comum no dia a dia de Sheila Batista. Quem a conhece, sabe que sua relação com a oncologia é cercada de histórias de superação.

Tudo começou há 5 anos. Depois de perder seu pai vítima de um tumor gástrico, a enfermeira entendeu que tem uma missão: cuidar de pessoas com câncer. Desde então, tem acompanhado e tratado as tantas vidas que chegam ao Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) após o diagnóstico da doença. Do seu primeiro contato com a oncologia até aqui, relata, foram muitos momentos de alegrias, emoções, perdas, saudades e, sobretudo, amor. Sheila exerce sua missão com profissionalismo, “O HCP é minha segunda casa. Cuidar faz parte de mim. Meus pacientes precisam de amor, e amor é algo que tenho muito para dar”, conta.

Foi em meio a tantos momentos que a enfermeira viu sua história unir ainda mais a dos seus pacientes: em 2018, sua irmã mais velha faleceu vítima de câncer. Em 2019, junto a sua irmã mais nova – ainda em tratamento – ela também recebeu o diagnóstico da doença. Quem dedicava seus dias a exercer com maestria a missão de cuidar, agora, precisava ser cuidada. “Chorei muito, mas com apoio da minha família e da equipe de enfermagem segui em frente. Hoje mostro minha cirurgia de câncer de tireoide aos pacientes e digo que se eu venci, eles também podem”, conta.

Agora, em tempos de pandemia, a enfermeira abraça mais uma missão. Na linha de frente, cuida dos pacientes oncológicos, e faz isso dentro e fora do HCP: quando não está de plantão, por exemplo, usa seu tempo livre para, através das redes sociais, sensibilizar seus amigos com a causa da instituição. Como resposta, recebe mensagens de carinho e afeto de pessoas que ajudam o HCP através do seu trabalho. Para ela, um privilégio: “Eu choro de emoção”, conta. 

 

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 Você também pode ajudar Sheila e tantos outros profissionais a prestarem um atendimento seguro aos pacientes com câncer em tempos de pandemia. Acesse hcp.org.br/doacoes e ajude!